O eterno embate entre grafistas e fundamentalistas

O eterno embate entre grafistas e fundamentalistas

Qua, 07/04/2010 às 16:22 por Administrador | Publicado em Ações

A visão de que a análise fundamentalista é de extrema complexidade, tem feito com que cada vez menos pessoas a utilizem no mercado financeiro. Muitas das pessoas que iniciam seus investimentos nos dias de hoje, sequer sabem se as empresas nas quais investem estão bem financeiramente ao ponto de se justificar uma valorização da ação.

Por outro lado, a análise fundamentalista serve como um balizador para que a especulação sobre uma ação, seja ela positiva ou negativa, tenha uma duração limitada. A análise fundamentalista pode ser comparada ao baseline do projeto a ser realizado, onde qualquer variação a maior ou a menor é um sinal de alerta para o gestor.

A polêmica entre a divergência de opiniões dos grafistas com os fundamentalistas sempre existiu, e pode ser considerável muito saudável para trazer equilíbrio para o mercado. A euforia costuma predominar nos investidores grafistas, e com isso uma volatilidade excessiva causando instabilidade no mercado. Na contrapartida, o conservadorismo dos investidores fundamentalistas funcionam como lastros para que a volatilidade seja controlada.

A opção de ser mais conservador ou arrojado está intimamente ligada a adotar uma análise grafista ou fundamentalista, porém lembre-se que o mercado tende a buscar um equilíbrio. Independente de qual lado escolher, será sempre um Investidor.

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Sobre o autor

Eduardo Fundão

Eduardo Fundão é instrutor de análise gráfica e estrategista de opções, tendo ministrado treinamentos por todo Brasil.

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